sábado, 21 de novembro de 2009

A Saga Crepúsculo - Lua Nova

Por ser estréia e por se tratar de algo relacionado ao estridente fenômeno Crepúsculo, cheguei ontem no cinema duas horas antes da sessão. Depois de ficar uns 20 minutos na fila da sessão errada devido à um erro no sistema e à grande procura de ingressos que levou à abertura de uma nova sessão e mudanças nas salas de outras, a fila da sessão verdadeira estava começando a crescer. Diferente das filas das estréias de Harry Potter, ninguém faz cosplay para assistir Crepúsculo (não tem como se vestir de Edward, né?). Mas quando uma sessão de Harry Potter acaba, você não vê ninguém saindo de lá chorando. Essa é uma graça que só A Saga Crepúsculo pode proporcionar àqueles que decidem ficar um bom tempo na fila.
Liberaram a entrada e já tinha gente gritando antes mesmo de entrar. Sorte que a sessão era legendada, ou eu não entenderia metade do que foi dito. Se até durante o trailer de Avatar o pessoal já estava se matando, dá pra imaginar o que virou aquela sala de cinema ao aparecer o símbolo da Summit, né?

Esse fenômeno Crepúsculo é bem superestimado. Stephanie Meyer criou uma historinha auto-sustentável sem nada de novo, sem nada que não tivéssemos visto antes. Meyer não é lá o que podemos chamar de boa escritora, mas ainda assim seus livros explodiram no mundo inteiro. Acho que é aquilo que podemos chamar de sorte.
O primeiro livro não foi ruim, mas se tirassem todas as passagens repetidas em que Edward diz à Bella que ele é perigoso e que os dois não deviam ser amigos, o livro teria metade das páginas que tem. Sorte nossa termos Melissa Rosenberg arredondando o roteiro dos filmes.

Tenho que confessar que gostei bastante do primeiro filme. A diretora Catherine Hardwicke, acostumada a se ajustar a baixos orçamentos, fez um bom filme indie mesmo que as coisas mais importantes em um filme de vampiro, os efeitos especiais e a maquiagem, deixassem a desejar. Com a fórmula de sucesso instantâneo na mão, chutaram Catherine pra fora do projeto, engordaram o orçamento e deram a Chris Weitz (A Bússola de Ouro) a grande responsabilidade de trazer Lua Nova às telas. E o resultado não podia ser melhor.

Não foi tudo perfeito, claro, mas o diretor deu aquilo que o povo queria ver. Bella não apenas ouve a voz de Edward quando está em perigo, mas o vê (num efeito que muitas vezes lembra o usado durante as cenas da penseira de Dumbledore em Harry Potter e o Enigma do Príncipe). E por favor, existe cena mais “de graça” do que aquela em que Jacob tira a camiseta para limpar o sangue da cabeça de Bella? Mas as garotas iam ao delírio com Taylor Lautner, então o propósito foi cumprido.

Sinceramente, acredito que não exista no universo um personagem tão chato quanto Edward Cullen. O cara vive com cara de sofrido e até a Bella consegue ser mais animada que ele (e olha que isso quer dizer muita coisa). Robert Pattinson é incrivelmente inexpressivo e nunca ouvi uma sucessão de clichês tão grande como quando o personagem abre a boca.

Até as músicas mais chatinhas da trilha sonora encaixaram perfeitamente na história. A cena da passagem do tempo ao som de Possibility, de Lykke Li, foi linda. E assim como aconteceu com Decode, música carro-chefe da trilha sonora do filme passado, Meet Me On The Equinox também ficou para os créditos finais. Uma pena, já que ninguém se importa muito em assistir os créditos. Mas Alexandra Patsavaz, responsável pela lendária e memorável trilha sonora de The OC, novamente surpreendeu.

Senti uma pequena falta de emoção na cena em que Bella pula do penhasco. Não convenceu, muito menos com aquelas ondas digitais vindo pra cima dela. A turma dos efeitos especiais ficou devendo nesse quesito.

O elenco do filme é bom, os atores muitas vezes são bem parecidos com os personagens descritos nos livros, mas Rachelle Lefevre se destaca. Ou “destacava”, já que houve um bafão pequeno conflito de agenda e omissões entre a atriz e a Summit Entertainment e o papel de Victoria em Eclipse ficou para a sem sal Bryce Dallas Howard.

Ao se encaminhar para o final, o filme conseguiu ficar ainda melhor com a aparição dos Volturi. Dakota Fanning mostrou ser a melhor atriz do grupo em cena (tirando Michael Sheen, claro) mesmo com pouquíssimas falas.

Enfim, foi um ótimo filme. Conseguiu fazer com que Crepúsculo até soasse medíocre (e eu sei que, pra muita gente, sempre soou, mas eu gostei). O 3º filme tem previsão de estréia para 30 de Junho do ano que vem e a direção ficou a cargo de David Slade que, assim como Catherine Hardwicke, não tem muita experiência com efeitos especiais. Não acho que essa constante mudança de diretores seja boa para filmes como os da Saga Crepúsculo. Quando finalmente acharam David Yates para dirigir o 5º Harry Potter e viram que tinha funcionado, contrataram o cara para os últimos 3. Chris Weitz fez direitinho, tinha que ter ganhado o direito de dirigir os outros também.

Considerações finais: TEAM JACOB!


A minha sessão tava bem mais barulhenta.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cinema

E aí? Quem vai hoje ver o sofrimento da Bella no cinema levanta a mão!

eeu o/ rssrss

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Post sobre o Nada [2]

Quase dois meses depois, aqui estou eu. Pois é, dei uma sumida. Não que ande me afogando em apostilas e me matando o dia inteiro (shame on me, porque sei que isso é exatamente o que eu deveria estar fazendo), mas eu realmente não sei o que ando fazendo com o meu tempo livre.
Tempo livre”. Até parece. As tardes nunca passaram tão rápido. Quando não se tem nada pra fazer, a morte é preferível ao tédio que se instala na minha alma. Mas quando eu tenho que estudar, lavar a louça, varrer esse chão imundo e ainda ir pra aula de manhã e muitas vezes à tarde também, parece que nem comecei a fazer metade das coisas da lista e já são 22h, hora de assistir Furo MTV (que também faz tempo que não assisto, diga-se de passagem) e ir dormir. Por que no outro dia vai começar tudodenovo.
Só sei que é o último mês de tortura antes de começar a maratona de vestibulares, e aí ou a coisa melhora ou desanda de vez. One way or another, é melhor do que ficar nesse perrengue. Fora que eu já sinto o peso dos meus 19 anos nas costas, sabe... Domingo nunca esteve tão próximo.

Me inspirei na Peyton e comprei uns discos de vinil de aniversário. Tudo ótimo se não fosse pela loja enviar o pacote por Fedex e eu estar 99% fadado a pagar quase 80% do preço do produto em imposto pra poder retirar minha encomenda que vai ficar travada na alfândega. Agradeço à Peyton, foi uma aquisição feliz, mas minha mãe não ficou muito contente com a idéia do imposto. Anyways, hora que eles chegarem eu venho aqui contar vantagem. Se eu tiver afim.*

Ah, praqueles que ficaram preocupados com o conceito emo do meu post passado, asseguro-lhes que a vibe Pitty já passou. Mas, emo ou não, é a única música que todo mundo sabe cantar, apesar das significativas diferenças de gostos e preferências. Na verdade, ontem eu descobri que sei cantar várias músicas sertanejas que eu nem sequer lembrava que existiam; daquelas que você ouve porque só tem aquele CD no carro. Elas ficam incutidas no seu subconsciente e, depois de algumas doses de tequila, emergem e te deixam assustado (e cantando).
Mas tá, todo mundo continua me chamando de emo, então whatever.

É feriado (não sei como! Sabia que eu tive aula no dia 7 de setembro e em 12 de outubro? Pois é! [eu não fui em nenhum dos dois dias, mas tive]). Vou usar o tempo livre pra assistir Buffy, How I Met Your Mother e ouvir o audiobook de Lua Nova (“read for you by Ilyana Kadushin”, hahaha, é tão divertido. A Ilyana é tão emotiva /NOT).
Falando em Lua Nova, a trilha sonora já vazou e faltam (se minhas contas mentais estiverem corretas o que, provavelmente, não estão) 35 dias pra podermos assistir ao sofrimento da Bella no cinema.
Enquanto isso, tá aí o clipe do 1º single da trilha sonora do filme, Meet Me On The Equinox, do Death Cab for Cutie.



*Não se preocupe. Eu vou estar.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Na Sua Estante


To sem tempo. To sem criatividade. To sem tempo até pra tentar ser criativo.
A coordenadora do cursinho chegou na sala segunda-feira da semana passada, quando as aulas voltaram depois do recesso forçado devido à gripe suína que tava bombando no pessoal por aí, dizendo que era pra gente se despedir dos feriados e recessos até o final do ano e “tardes livres” não seria mais uma frase constante em nosso vocabulário. Semana passada eles deram um desconto, mas essa semana o bicho ta pegando feio. Falta tempo pra tudo. Hoje eu lavei uma pilha de louças acumulada desde sexta-feira, ainda por que resolvi matar a última aula. Se não, a louça tava ali ainda.
Sexta, voltando pra casa com a @ReSzupa, comentei que tinha ouvido a música nova da Pitty, Me Adora. Daí a gente começou a cantar as velhas. E, desde então, estou com Na Sua Estante na cabeça. O problema é que eu não sou o único, então quando eu acho que esqueci, alguém começa o “e não adianta nem me procurar...”.
Depois do trote do Ricardo (primeiro lugar geral na UEPG, *palmas*) que se estendeu de sexta até ontem, segunda, utilizamos uma cota de vagabundagem digna de uns dois meses em apenas quatro dias. Adeus, sair durante a semana. Agora a coisa ta braba e os únicos momentos fora do colégio vão servir pra estudar. Vamos combinar que essa atitude de “tomar vergonha na cara” já não era sem tempo, haja vista que 15 de Novembro já ta batendo nas nossas portas e, junto com ele, a UEL. E, como diz a música da Pitty, “to aproveitando cada segundo antes que isso aqui vire uma tragédia”.
Pra você ver como eu não to mentindo quanto à questão do “estar sem tempo”, desde quando as aulas voltaram no dia 17 eu não consegui nem assistir séries. É, pessoal. Tenso.
Vou deixar a cafeteira no ponto enquanto tomo banho pra estudar a independência dos Estados Unidos e, depois, tentar assistir ao episódio novo de True Blood.
Só espero que essa treva toda valha a pena no final das contas. Como disse Pitty na fatídica música que se recusa a sair da minha cabeça, “essa abstinência uma hora vai passar”.

domingo, 26 de julho de 2009

Amargos

"O amargo crônico só notava sua doença uma vez por semana: nas tardes de domingo. Ali, como não tinha o trabalho ou a rotina para aliviar os sintomas, percebia que alguma coisa estava muito errada – já que a paz daquelas tardes era infernal, o tempo não passava nunca, e uma constante irritação manifestava-se livremente.
Mas a segunda-feira chegava, e o amargo logo esquecia os seus sintomas – embora blasfemasse contra o fato de que nunca tinha tempo para descansar, e reclamasse que fins de semana passavam muito rápido."

- Veronika Decide Morrer, de Paulo Coelho.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Harry Potter e o Enigma do Príncipe


Foi o melhor de todos”. É o que eu sempre digo quando saio do cinema ao assistir a um novo Harry Potter. Sempre saio com aquela euforia, com aquele sentimento de “dever cumprido” depois de esperar mais de um ano por um novo filme. A cada ano que passa, ver o Harry no cinema é uma emoção maior pra mim. Pode ser até infantil, mas é uma coisa da qual sentirei falta quando o último filme da série estrear, em Julho de 2011. Só que, depois de um tempinho, a euforia passa e a realidade começa a vir à tona. Às vezes não é tão bom assim.

Até então, tirando o primeiro e o segundo filmes, ambos dirigidos por Chris Colombus, que são clássicos, perfeitinhos e muito bem adaptados – o que os coloca por unanimidade no topo do pódio –, o melhor foi o terceiro, O Prisioneiro de Azkaban, dirigido pelo mexicano Alfonso Cuarón. Ótimos efeitos e trilha sonora (indicado em ambas categorias para o Oscar de 2005), fotografia caprichada, mudança no visual do uniforme, de partes do castelo e amadurecimento da história, que deixou de ser para crianças. O Cálice de Fogo, de Mike Newell, teve a fotografia esverdeada demais e foi adaptado de uma maneira um tanto quanto chata, então fica por último na minha lista. Já em A Ordem da Fênix, o primeiro da série que ficou a cargo de David Yates, o negócio demorou um pouco para engrenar. Quando escrevi sobre o quinto filme para o blog antigo, lembro de ter dito que estava achando o filme, até a metade, um saco. No final, tudo compensou, mas mesmo assim; aquele começo condena.

Harry Potter e o Enigma do Príncipe estava previsto para estrear em novembro de 2008, mas, com medo de ser massacrado pela bilheteria que O Cavaleiro das Trevas fez em Julho, o estúdio atrasou a estréia em sete meses. A comoção foi geral e o que não faltou foi movimentação entre os fãs para se rebelar contra a Warner, mas de nada adiantou. O produtor David Heyman chegou a dar uma declaração na época de que o filme já estava inteiramente pronto para ser lançado em Novembro, mas que a decisão era definitiva. Era 15 de Julho de 2009, dois anos depois do lançamento do último filme, e não se fala mais nisso.

Alguns trailers eram bons demais para ser verdade, nos dando a impressão de que Enigma seria um daqueles exemplos em que o trailer é melhor que o filme. Eu, que sempre acredito no bem das pessoas, continuava tendo fé no filme, mas a coisa parecia boa demais para ser verdade, então já estava com um pé atrás.
Quinta passada comecei a reler o livro que daria origem ao filme, segunda-feira já estava com o ingresso na mão. Quarta-feira nunca demorou tanto pra chegar.

A primeira cena foi linda. E tudo o que a seguiu foi tão incrivelmente digno quanto. A única coisa em que o filme peca é na fidelidade ao livro de J. K. Rowling. Algumas coisas que não deveriam estar lá estão e outras que deveriam, ficaram de fora. Por mais que tenha sido divertido, o clima de “comédia romântica” tomou boa parte do tempo onde poderiam ao menos explicar por que Snape se auto-intitulava O Príncipe Mestiço e aquelas aparições de Malfoy colocando maçãs e pássaros no Armário do Sumidouro para explicar a função do objeto foram inúteis, já que o garoto explicou a Dumbledore como os comensais chegaram a Hogwarts usando o armário no final do filme. Fora que, quem não leu o livro, até agora não sabe que aquela era a Sala Precisa. E a batalha no castelo no final da história? Ausente. Tava todo mundo dormindo. Simples assim. Não teve primeiro ministro trouxa nem enterro de Dumbledore, mas teve o desnecessário flerte de Harry com a garçonete e o ridículo beijo de Harry e Gina, que conseguiu ser mais sem graça do que o de Harry e Cho no filme passado. Faltaram coisas importantes sim, mas as outras cenas fizeram valer a pena (Hermine bêbada vai ficar para a eternidade). E foi o clima leve do filme combinado com as revelações das memórias da Penseira de Dumbledore, Cátia Bell envenenada e os agoniantes minutos finais que compensaram tudo e fizeram desse filme o melhor dos seis já lançados. Isso se você não der muita bola para o tal do enigma do príncipe, a trama principal, que foi apenas uma história paralela citada pouquíssimas vezes durante as duas horas e meia de filme.

Em seu primeiro dia em cartaz, Harry Potter e o Enigma do Príncipe já bateu recordes. Só nas sessões da meia noite nos EUA, o filme arrecadou a marca de U$22,2 milhões, deixando O Cavaleiro das Trevas em 2º lugar com U$18 milhões.

Em resposta às primeiras críticas do filme que começaram a sair essa semana, o diretor David Yates, que no momento filma as duas partes finais da série – As Relíquias da Morte, partes 1 e 2 –, disse que “se vocês acharam Enigma bom, ainda não viram nada”.
Bom, pra eu ter de esperar mais um ano e meio para ver o Harry de novo no cinema, espero realmente que ele esteja falando a verdade.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

A pedra filosofal (?)

Sabe uma coisa que eu não entendo? Filosofia. Não vejo motivo plausível pra perder 45 minutos por semana estudando os devaneios existenciais e sensacionalistas daquele povo inútil que não tinha nada melhor pra fazer além de ficar criando conceitos revolucionários e ousados que ninguém dava muita bola. Não me espanta que muitos filósofos tenham sido perseguidos, mortos ou até suicidas. Eu mesmo me mataria se fosse tão chato como eles.
Toda aquela situação caótica e opositora do final do século XIX me irrita. Sociologia também é tão inútil quanto. Escrever um bando de besteiras e, décadas depois, serem estudados nos bancos escolares é um exagero. E não adianta argumentar. Estudar filosofia e sociologia mudou alguma coisa na sua vida? Te tornou uma pessoa melhor? Responda positivamente e vai ser uma puta de uma mentira. É cara de pau, falta do que fazer. Só serve pra jogar fora 90 minutos (45 de filosofia, 45 de sociologia) da minha semana onde assuntos mais importantes poderiam estar sendo abrangidos. Eu poderia até dormir por mais 90 minutos. Acredite, sono nunca é demais, ainda mais agora nesse frio.
E eu que pensava que estava numa cidade semi-árida... No começo do ano, desligar o ventilador dentro de casa era impensável. Dormir de janela fechada então...! Agora, qualquer fonte de calor é bem-vinda. Até taco fogo no ventilador, se isso significar me manter aquecido durante a noite toda. Vedo as portas e janelas pra tomar banho, já cheguei a esquentar água no microondas pra escovar os dentes e sofro ao extremo lavando a louça, o que demora umas 3x mais quando seus dedos se recusam a responder os impulsos enviados pelo cérebro. Sexta é dia de #isaura, mas mexer com água e passar pano no chão? Never gonna happen. Gosto muito dos meus dedos, obrigado. Além disso, sexta tem reprise do MTV Movie Awards às 16h e, Deus nos ajude, provavelmente vai ser legendado. Tradução simultânea me quebra as pernas. Não assisti no domingo, mas peguei o fim da reprise na segunda. Vi a Kristen Stewart ganhando de melhor atriz (sério, eu amo a Kristen, mas melho atriz? Seriously? Será que estamos falando da mesma pessoa?) e ela, Robert Pattinson e Taylor Lautner apresentando o 1º teaser trailer do novo filme da série Crepúsculo, Lua Nova.


Gostei do primeiro livro, mas quase morri de tédio lendo as duas continuações. Me dá preguiça só de saber que ainda falta um pra terminar a série. Mas, quando vi o trailer, mesmo tendo o Edward com cara de bunda (não me conformo: como pode haver no universo um personagem TÃO CHATO como o Edward?), o Jacob shirtless só pras menininhas armarem um berreiro, a Bella com cara de safada dando aquela levantadinha de sobrancelha, a edição um tanto quanto fraca e as cenas meio mal escolhidas, a chama que ardia dentro de mim quanto o assunto era Crepúsculo voltou a brilhar. Me deu vontade de ler de novo, de assistir de novo, de ouvir a trilha sonora over and over and over again.
Por mais que eu reclame, eu gosto daquela bosta. E tô DESESPERADO pra que novembro chegue logo pra eu poder chorar com a Bella sofrendo.
Mas, antes disso, tem o Haaaarry!! (L) 40 dias! QUARENTA DIAS!!1!!1!1
Final de semana tem festa no meu antigo colégio. Não vai ter a mesma graça agora que eu não vou estar queimando o bigode em cima do palco, mas sempre tem o sukiaki e a barraca de doces pra me fazer feliz.
E a gente vai se divertir de montão, não é mesmo, Kristen?
yeey
- Yeey.